
A queda de cabelo é o sintoma mais procurado, mas o couro cabeludo pode apresentar outras alterações que merecem atenção — de caspa a foliculite, de oleosidade excessiva a sensibilidade.
Não existe uma única solução para todos os tipos de queda. O tratamento começa pela investigação das possíveis causas de cada caso.
Queda excessiva, afinamento progressivo ou alterações na densidade dos fios.
Caspa, descamação, oleosidade excessiva, coceira ou desconforto.
Falhas localizadas, foliculite ou sinais de dermatite seborreica.
Avaliação clínica detalhada da pele, cabelos e unhas, com apoio de dermatoscopia digital, histórico de saúde, exames e hábitos de vida.
Após a avaliação, é montado um plano terapêutico individualizado, podendo incluir abordagens únicas ou combinadas.
Quando indicado, são utilizados procedimentos dermatológicos e tecnologias avançadas como parte do tratamento.
O tratamento é acompanhado de perto, com reavaliações e um plano pensado para o longo prazo.
A tecnologia não é escolhida antes da consulta. Primeiro, o dermatologista identifica a possível causa da queda ou da alteração do couro cabeludo. A partir disso, define quais tratamentos e recursos podem fazer sentido para aquele paciente.
Recurso que pode ser associado ao plano terapêutico, quando houver indicação, como parte de um tratamento individualizado.
Técnica que pode ser considerada em casos selecionados, de acordo com o diagnóstico e a resposta esperada.
Recurso complementar, indicado conforme avaliação individual e o plano terapêutico definido em consulta.
Tecnologia que pode integrar o tratamento em casos selecionados, sempre de acordo com o diagnóstico.
Quando ela é perceptivelmente maior do que o habitual, persiste por semanas, ou vem acompanhada de outros sintomas no couro cabeludo.
Não. A caspa pode ter causas dermatológicas específicas, como a dermatite seborreica, que exigem tratamento direcionado.
Diversas condições podem estar envolvidas, desde alterações hormonais até doenças do couro cabeludo — por isso a avaliação individual é importante.
Não. A indicação depende do diagnóstico e das características de cada paciente, definida na consulta.
Não necessariamente. As causas da queda podem variar entre os sexos, o que influencia o plano terapêutico.
Varia conforme a causa e o tratamento indicado. O ciclo capilar é lento, então a avaliação costuma ser feita ao longo de meses.
Sim. O acompanhamento contínuo permite ajustar o tratamento conforme a resposta de cada paciente.
Médico com especialização em dermatologia clínica e cirúrgica, dedicado ao diagnóstico e tratamento das doenças da pele, cabelos e unhas, com uma abordagem individualizada de cada paciente.
CRM 81.158
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